quinta-feira, 22 de julho de 2010

GINÁSTICA LABORAL QUALIDADE E INVESTIMENTO EMPRESARIAL

Investir na qualidade de vida do trabalhador é investir em produtividade. Em épocas tão competitivas a ginástica laboral pode ser um investimento estratégico, pois proporciona qualidade no atendimento, uma força de trabalho saudável pode resultar lucros para os empreendedores.
Entende-se como ginástica laboral a inserção de atividade física de baixa intensidade e de curta duração, e ainda ações informativas no ambiente de trabalho.
Consta-se que trabalhadores que mantêm um estilo de vida ativa e saudável são menos acometidos por doenças cardiovasculares, diabetes e certos tipos de câncer, o que implica uma redução nos custos de saúde para a sociedade. Além disso, existem evidências que esses indivíduos são mais produtivos e corre menor risco de sofrerem acidentes no trabalho.
Os resultados obtidos com o desenvolvimento de programas, com atividades aparentemente incompatíveis com o cotidiano das empresas, podem surpreender quem imagina que investir em lazer é futilidade. Pois tem revelado inúmeros benefícios que se ocultam sob praticas simples e de baixo custo.
Empresas bem-sucedidas apontam como essencial o investimento em ações que proporcionem satisfação e bem-estar a seus colaboradores. A adoção de tais programas passou a ser fundamental, e pode afirmar que, em breve, será um fator tão importante para as organizações como hoje a qualidade dos serviços e a competitividade no mercado, pois estão diretamente ligadas ao grupo de pessoas que a desenvolve.
Investir no bem-estar do trabalhador é muito mais do que exercer a responsabilidade social, pois se trata de uma proteção ao próprio negócio, que pode estar se degradando pela não observação adequada da gestão de pessoas. Assim, entende-se que a gestão dos recursos humanos é sim estratégica e pode ser o grande diferencial competitivo nos diversos ramos industriais.

terça-feira, 20 de julho de 2010

ATENÇÃO AO SEDENTARISMO


Segundo a Organização Mundial de Saúde, o sedentarismo chega a matar no Brasil uma pessoa a cada minuto, e custa 70% dos gastos em saúde pública. É considerado uma doença e definido como individuo que passa a maior parte do tempo sentado, não anda e nem se exercita.
A obesidade, a hipertensão, o diabetes, as cardiopatias, são as doenças mais comuns causadas pela falta de atividade física. Tais males crescem muito nos últimos anos. Em especial o diabete, se bem controlada com medicamentos, exercício físico e dieta, pode ser muito bem controlado e o individuo pode viver com boa qualidade de vida.
A tecnologia em parte é culpada pela falta de movimento, as pessoas se utilizam desse avanço e esquecem que o corpo necessita do movimento para o seu bem-estar geral.
Pesquisa realizada pelo IBGE em setembro de 2008, mostrou que só 29% da população brasileira haviam praticado exercício físico ou esporte neste período. No mesmo período a operadora de plano de saúde, Ana Costa Saúde com o programa Assistência a Família mostrou que 28% dos entrevistados eram praticantes de exercícios físicos.
Para escapar desta doença basta estar fisicamente ativo, realizar qualquer movimento muscular que proporcione gasto calórico, como exemplo: alternar escadas com elevador, ir ao mercado andando, ou seja, usar menos o carro, nas folgas e no lazer escolher locais que estimulem o movimento. Pesquisa realizada em 2008 no distrito Federal mostrou que só 18% da população é ativa no lazer.
Buscar orientações de profissionais da saúde como médicos, nutricionistas, fisioterapeutas e educadores físicos, são essenciais para maior segurança e qualidade de vida, buscar exercícios orientados de resistência muscular, e resistência aeróbica, são recomendados para o aumento da aptidão física geral combatendo os fatores de risco de doenças degenerativas do sistema cardiovascular. Exercícios para desenvolver flexibilidade e força podem prevenir doenças osteomusculares e na coluna vertebral.
É fundamental buscar ajuda profissional e atividades físicas que lhe proporcione prazer, e que não representem estresse adicional em sua vida.

ERGONOMIA E PREVENÇÃO NO TRÂNSITO


Atualmente cerca de 500 mil motoristas, rodam no trânsito da baixada santista, e muitos utilizam seus veículos como instrumento de trabalho como motoristas de táxi, ônibus, caminhões e outros, estes são fortes candidatos a desenvolverem diferentes patologias como dor, mau humor, fadiga e perda de ânimo.
As queixas mais comuns dos motoristas, além da fadiga mental, são as dores musculares, principalmente na coluna, braços e pernas que provavelmente são provindas da má postura confinada no espaço reduzido do veículo, mesmo com muito empenho das montadoras em fabricar veículos ergonômicos, elas não conseguem fazer milagres.
Este é um problema que afasta e diminui a qualidade do trabalho de muitos profissionais do trânsito, os movimentos repetitivos e o mau posicionamento do motorista no seu veículo podem gerar a famosa lesão por esforço repetitivo (LER/DORT), a combinação dos movimentos repetitivos e a postura inadequada podem gerar distúrbios patológicos na coluna vertebral e nos membros corporais.
Dependendo da origem da patologia, há muitas possibilidades de prevenção, dentre eles a escolha de acessórios ergonômicos já disponíveis no mercado, ajustar bancos, volantes e espelhos, trocar estofamento e outros equipamentos que já sofreram desgaste.
Mas é fundamental a mudança no estilo de vida fisicamente ativo dos motoristas para prevenir doenças osteomusculares. A pratica de exercícios físicos como ginásticas de correção postural, alongamentos podem ajudar muito na prevenção e ainda fortalecer o corpo e mente para suportar horas no trânsito confinado no espaço reduzido do seu carro, o resultado é maior segurança e qualidade no atendimento.
Recomendamos então atitudes simples que contribuam para combater o estresse físico e mental, como praticar regularmente exercícios físicos e de lazer, uma boa alimentação, uma boa noite de sono e respeitar as necessidades fisiológicas. Recomendamos ainda buscar orientações de profissionais da saúde para ajudar na prevenção e no tratamento de doenças ocupacionais.